sábado, 7 de maio de 2016

fênix

O blog morreu.
Ou quase.
Nos últimos dias estive muito cansado e estressado, a ponto de quebrar. Um amigo sugeriu meditação, para apaziguar a alma. Optei por abrir velhas caixas empoeiradas, esquecidas há anos, numa prateleira perdida de meu apartamento. A idéia era jogar fora os restos de um passado que não quero mais, numa tentativa de colocar a mente, e a alma, em ordem. Para minha surpresa, também achei fotos, convites, cartões... Um pingo de memórias felizes em meio às tralhas usuais, algumas que eu nem lembrava que existiam.
Enfim, lembranças renovadas, algumas lágrimas aflorando de saudades de quem se foi, outras de saudade de momentos queridos com quem mora no meu coração.
Não tenho certeza, mas possivelmente renovei algumas forças para seguir por mais um tempo...

2 comentários:

Felipe Junqueira disse...

Essas caixas empoeiradas dão medo até. Às vezes acho impressionante ver quem era e quem sou, mesmo sem mudar muito. Às vezes algo que parecia tão próximo, ao ser visto com tanta poeira em cima da um certo ar nostálgico. Misturado nisso tudo, vêm sempre lembranças escondidas, não esquecidas, mas atenuadas. Sempre vem a pergunta se as caixas ali atrás da escrivaninha, colocadas hoje darão esse mesmo ar cinematográfico irreal que aquelas empoeiradas colocam na nossa própria história. Esse blog tem um pouco disso não? Aliás blog de certa forma já é algo empoeirado não? A não ser os profissionais focados, quase como revistas impessoais. Mas tirar a poeira as vezes é bom, da um certo lastro na narrativa diária as vezes sem sentido aparente...

Rodrigo Jaroseski disse...

Falando em nostalgia, muito bom ouvir notícias tuas. Como estão as coisas? Acabamos perdendo o contato, ainda bem que não definitivamente. O blog realmente é algo empoeirado, mas pelo visto, nem todos abandonam velhos vínculos...