quinta-feira, 13 de maio de 2010

o dom

Acho que eu tenho um dom: me envolver em discussões improdutivas que me consomem, me devoram as entranhas.

"Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza
Das coisas com humor...

Mas não me diga isso...
É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto
Isso passa
Amanhã é um outro dia
Não é?..."

4 comentários:

Wind Zackie disse...

wah, blog nao morreu XD

Eloisa disse...

Um arquiteto/design com alma de poeta?

Todos somos, todos somos, basta retirar a venda que destaste engana os instintos, faz-nos levianos; donos da verdade. Estar além da ligeira noção de uma passagem passageira, é amadurecer os frangalhos do que concebemos como essência humana.

Poema belíssimo. E acredite, não sou dada a elogios de momento.

Rodrigo disse...

Eloisa, quem dera fosse meu o poema. Não dei crédito aos versos, mas nem passou pela minha cabeça roubar-lhes a autoria: são do Renato Russo, uma canção triste mas bela, com a qual eu já me identifiquei muito ao longo da vida.

Obrigado pela visita, e sinta-se em casa!

P. disse...

Será que realmente amanhã é outro dia, com tudo que isso significa? Será?