Alo pessoal.Comentários simples e diários:
Minha bicicleta tá nova! Ao menos é o que eu senti depois de pegá-la novamente na revisão, espero que agora seja definitivo.
Minha biblioteca tá demorando a se materializar, a vontade anda em baixa.
Amanhã é aniversário da Márcia (01/10), sei que ela não lê meu blogge, mas quem sabe, né? se for ler, fica o beijo muito especial.
Hoje é um dia especialmente confuso, daqueles em que os sentidos se enrolam, e a gente não sabe ao certo o que quer da vida, o que quer que aconteça, nem mesmo se a gente realmente quer alguma coisa. A gente? bem, eu e meu alter ego, mais meu superego, e o Id.
Vai entender minha personalidade, né?
Mania de perseguição, dúvidas, mais dúvidas, confusão.
Se a vida fosse uma peça de teatro, me sintiria como se tivesse perdido todos os ensaios.
Bom seria se viesse com manual de instruções
porque tudo na vida ou é ócio ou é ofício...
[blahs] desabafos diversos - [paragons] meus ídolos
[by myself] meus textos - [wordgames] outros textos
terça-feira, 30 de setembro de 2003
segunda-feira, 29 de setembro de 2003
versos, versos....
Hoje o dia foi vazio, nada demais, a não ser, claro, os amigos sempre presentes, e os pensamentos que não abandonam a gente nunca.
Então, deixo ai uns versos famosos, pra verem que até os gênios gostam de farra (cada um tira as conclusões que acha melhor, né?)
"Tão cedo passa tudo quanto passa!
Morre tão jovem ante aos deuses quanto
..........Morre! Tudo é tão pouco!
Nada se sabe, tudo se imagina.
Circunda-te de rosas, ama, bebe
..........E cala. O mais é nada."
Ricardo Reis/Fernando Pessoa
Hoje o dia foi vazio, nada demais, a não ser, claro, os amigos sempre presentes, e os pensamentos que não abandonam a gente nunca.
Então, deixo ai uns versos famosos, pra verem que até os gênios gostam de farra (cada um tira as conclusões que acha melhor, né?)
"Tão cedo passa tudo quanto passa!
Morre tão jovem ante aos deuses quanto
..........Morre! Tudo é tão pouco!
Nada se sabe, tudo se imagina.
Circunda-te de rosas, ama, bebe
..........E cala. O mais é nada."
Ricardo Reis/Fernando Pessoa
domingo, 28 de setembro de 2003
*caçando músicas pra formatura*
Devia ter amado mais,
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter complicado menos,
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter amado mais,
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter complicado menos,
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Alguns versos de Alberto Caeiro, com um grande beijo para a Érika, que apesar de sempre estar quietinha, anda espiando por ai.
ps.: Infelizmente não tenho muitos deles aqui, é apenas um trecho, talvez muito pessoal nos dias de hoje.
"Não desejei senão estar ao sol ou à chuva -
Ao sol quando havia sol
E à chuva quando estava chovendo
(E nunca a outra cousa),
Sentir calor e frio e vento,
E não ir mais longe
Uma vez amei, julguei que me amariam,
Mas não fui amado.
Não fui amado pela única grande razão -
Porque não tinha que ser
Consolei-me voltando ao sol e à chuva
E sentando-me outra vez à porta de casa.
Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados
Como para os que não o são.
Sentir é estar distraido."
Se eu morrer novo
Alberto Caeiro/Fernando Pessoa
ps.: Infelizmente não tenho muitos deles aqui, é apenas um trecho, talvez muito pessoal nos dias de hoje.
"Não desejei senão estar ao sol ou à chuva -
Ao sol quando havia sol
E à chuva quando estava chovendo
(E nunca a outra cousa),
Sentir calor e frio e vento,
E não ir mais longe
Uma vez amei, julguei que me amariam,
Mas não fui amado.
Não fui amado pela única grande razão -
Porque não tinha que ser
Consolei-me voltando ao sol e à chuva
E sentando-me outra vez à porta de casa.
Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados
Como para os que não o são.
Sentir é estar distraido."
Se eu morrer novo
Alberto Caeiro/Fernando Pessoa
Mais um pedaço de Dlance, sobre os kenders, pra quem gosta!
"Isn't that odd?" remarked the kender cheerfully, having missed the serious portent of the conversation. "According to kender law, if there is a kender law, everybody sort of owns everything." (This was quite true. The kender's casual attitude toward the possessions of others extended to their own. Nothing in a kender house remained there long, unless it was nailed to the floor. Some neighbor was certain to wander in, admire it, and absentmindedly walk off with it. A family heirloom among the kenders was defined as anything remaining in house longer than three week.)
"Isn't that odd?" remarked the kender cheerfully, having missed the serious portent of the conversation. "According to kender law, if there is a kender law, everybody sort of owns everything." (This was quite true. The kender's casual attitude toward the possessions of others extended to their own. Nothing in a kender house remained there long, unless it was nailed to the floor. Some neighbor was certain to wander in, admire it, and absentmindedly walk off with it. A family heirloom among the kenders was defined as anything remaining in house longer than three week.)
sábado, 27 de setembro de 2003
Hoje foi um dia legal, acordei cedo e fui andar de bicicleta.
Faziam anos que eu não pedalava, foi bom. Mas descobri que a bicicleta tem mais alguns ajustes para fazer. O eixo traseiro estava fora do lugar, e a roda raspava no freio. Coisa estúpida, o pessoal da revisão deveria ter visto.
Vou ter que voltar lá na semana que vem pra providenciar isso.
No mais, o dia foi mediano, fiquei fazendo minha pesquisa, fiz personagem novo, papeei com um montão de gente na net, joguei baldur's.
Falando em Baldur's, o jogo é fantástico, surpreendente. Não é que eu fui parar em Underdark? Jamais pensei que aconteceria isso. O legal é que eu precisarei de algumas coisas de underdark pra uma de minhas campanhas, e sem dúvida o jogo dará uma boa ajuda.
Meus personagens já estão em níveis homéricos, enfrentei um covil inteiro de Mynd Flayers, outro covil imenso de Beholders, e deu naaaaaaaaada (claro que foram necessários alguns loads até descobrir como impedir os Ilithids de dominarem e sugarem o cérebro do meu PC principal, se ele morre o jogo acaba e dá opção de load, hehe...)
Enfim, repetindo, o jogo vale a pena, ainda devo ter muito pela frente, sem falar da expansão, que também é 10!
Pena que eu nunca tentei ler algo na net e levei uma bela decepção com a droga dum personagem que acaba traindo o grupo antes do final.
Bom, pelo que todo mundo viu, nada de pessoal hoje, nada de pensar em problemas, nem em soluções.
Acho melhor ocupar de novo minha cabeça pra esquecer essas coisas que só chateiam e atrapalham a gente, ao menos por alguns dias.
Amanhã tem mais pesquisa, e jogo, e mais pesquisa, e talvez um passeio de bicicleta.
Talvez.
Faziam anos que eu não pedalava, foi bom. Mas descobri que a bicicleta tem mais alguns ajustes para fazer. O eixo traseiro estava fora do lugar, e a roda raspava no freio. Coisa estúpida, o pessoal da revisão deveria ter visto.
Vou ter que voltar lá na semana que vem pra providenciar isso.
No mais, o dia foi mediano, fiquei fazendo minha pesquisa, fiz personagem novo, papeei com um montão de gente na net, joguei baldur's.
Falando em Baldur's, o jogo é fantástico, surpreendente. Não é que eu fui parar em Underdark? Jamais pensei que aconteceria isso. O legal é que eu precisarei de algumas coisas de underdark pra uma de minhas campanhas, e sem dúvida o jogo dará uma boa ajuda.
Meus personagens já estão em níveis homéricos, enfrentei um covil inteiro de Mynd Flayers, outro covil imenso de Beholders, e deu naaaaaaaaada (claro que foram necessários alguns loads até descobrir como impedir os Ilithids de dominarem e sugarem o cérebro do meu PC principal, se ele morre o jogo acaba e dá opção de load, hehe...)
Enfim, repetindo, o jogo vale a pena, ainda devo ter muito pela frente, sem falar da expansão, que também é 10!
Pena que eu nunca tentei ler algo na net e levei uma bela decepção com a droga dum personagem que acaba traindo o grupo antes do final.
Bom, pelo que todo mundo viu, nada de pessoal hoje, nada de pensar em problemas, nem em soluções.
Acho melhor ocupar de novo minha cabeça pra esquecer essas coisas que só chateiam e atrapalham a gente, ao menos por alguns dias.
Amanhã tem mais pesquisa, e jogo, e mais pesquisa, e talvez um passeio de bicicleta.
Talvez.
sexta-feira, 26 de setembro de 2003
quinta-feira, 25 de setembro de 2003
Salve pessoal.
cheguei na página 120 de Dragonlance, achei que demoraria mais pra ler, devido aos problemas com o inglês, mas fora uma palavra ou outra em que o dicionário realmente é indispensável, dá pra seguir sem grandes problemas.
E a história está cada vez melhor, talvez eu encomende agora a trilogia dos gêmeos para continuar lendo quando eu cabar com esses dois.
No mais, teve festa de aniversário do Gustavo hoje, e a Cris, namorada dele, fez uma torta de uvas e chocolate, algo realmente surpreendente, foi a primeira coisa de uva que eu comi na vida, acho (fora geleias e afins), e estava divina.
No mais, ainda na mesma de sempre, mesmos sonhos, mesmas esperanças, mesmas decepções, o mesmo cansaço, o mesmo micro, a mesma tevê...
E amanhã tem pesquisa pra fazer, bicicleta pra pegar na revisão, entre outras coisas. Não há muito o que falar, não hoje.
Epero ter mais coisas pra contar qualquer hora dessas.
cheguei na página 120 de Dragonlance, achei que demoraria mais pra ler, devido aos problemas com o inglês, mas fora uma palavra ou outra em que o dicionário realmente é indispensável, dá pra seguir sem grandes problemas.
E a história está cada vez melhor, talvez eu encomende agora a trilogia dos gêmeos para continuar lendo quando eu cabar com esses dois.
No mais, teve festa de aniversário do Gustavo hoje, e a Cris, namorada dele, fez uma torta de uvas e chocolate, algo realmente surpreendente, foi a primeira coisa de uva que eu comi na vida, acho (fora geleias e afins), e estava divina.
No mais, ainda na mesma de sempre, mesmos sonhos, mesmas esperanças, mesmas decepções, o mesmo cansaço, o mesmo micro, a mesma tevê...
E amanhã tem pesquisa pra fazer, bicicleta pra pegar na revisão, entre outras coisas. Não há muito o que falar, não hoje.
Epero ter mais coisas pra contar qualquer hora dessas.
terça-feira, 23 de setembro de 2003
(ops. Se alguém viu esse post pela metade, agora eu completei. é que deu tilt e meu teclado falhou, ai me obriguei a salvar como tava e sair)
Depois da tristeza (apesar dela não ter nos abandonado por completo), alguns momentos de alegria, de planejar o futuro.
Foi no Escritório hoje a tarde, conversamos sobre muitas coisas, Eu, Gustavo, Dani e Karina.
A Karina (nossa chefa, esposa do Rodrigo, meu chefe - obs: A coincidência de nomes faz com que meu apelido lá seja Thor), estava comentando os planos deles pro próximo ano, de ir prum apartamento maior, e ter um filho.
Um filho! Na conversa veio todos os prós e os contras, as vantagens e as obrigações.
O primeiro banho, os primeiros passinhos, a primeira palavra, os momentos felizes, as madrugadas em claro tentando descobrir o que faz ele chorar sem parar, o primeiro dia na escola...
Como a vida sempre revela alguma situação nova e encantadora.
Eu sei que, hoje, ter um filho é um sonho distante. Não que não possa, mas não é o momento certo, e também porque não achei ainda a pessoa certa pra realizar isso, mas um dia ainda quero colocar um moleque (ou uma princesa) no mundo, pra dar muito amor e ajudar a se tornar alguém digno, vitorioso. Espero conseguir realizar isso.
No mais, tem uma lista de coisas que eu gostaria de estar fazendo hoje, mas ainda não consigo. É triste, mas eu não desisto assim tão fácil.
Beijo especial para a Zackie, que me dá força sempre que a situação fica ruim (valeu, guria, já ouvi dizer que você é um anjo disfarçado, e sem dúvida não era mentira).
E a vida continua.
Depois da tristeza (apesar dela não ter nos abandonado por completo), alguns momentos de alegria, de planejar o futuro.
Foi no Escritório hoje a tarde, conversamos sobre muitas coisas, Eu, Gustavo, Dani e Karina.
A Karina (nossa chefa, esposa do Rodrigo, meu chefe - obs: A coincidência de nomes faz com que meu apelido lá seja Thor), estava comentando os planos deles pro próximo ano, de ir prum apartamento maior, e ter um filho.
Um filho! Na conversa veio todos os prós e os contras, as vantagens e as obrigações.
O primeiro banho, os primeiros passinhos, a primeira palavra, os momentos felizes, as madrugadas em claro tentando descobrir o que faz ele chorar sem parar, o primeiro dia na escola...
Como a vida sempre revela alguma situação nova e encantadora.
Eu sei que, hoje, ter um filho é um sonho distante. Não que não possa, mas não é o momento certo, e também porque não achei ainda a pessoa certa pra realizar isso, mas um dia ainda quero colocar um moleque (ou uma princesa) no mundo, pra dar muito amor e ajudar a se tornar alguém digno, vitorioso. Espero conseguir realizar isso.
No mais, tem uma lista de coisas que eu gostaria de estar fazendo hoje, mas ainda não consigo. É triste, mas eu não desisto assim tão fácil.
Beijo especial para a Zackie, que me dá força sempre que a situação fica ruim (valeu, guria, já ouvi dizer que você é um anjo disfarçado, e sem dúvida não era mentira).
E a vida continua.
Curioso.
Ninguém mais teve coragem de ligar para o Albert, nem mesmo para dizer que lamentava o ocorrido, ou pra saber como ele estava.
Eu entendo isso, pois até um tempo atrás eu mesmo não gostaria de receber uma ligação de alguém que sequer tem idéia do que eu estou sentindo pra me falar algumas palavras de consolo, solidariedade e apoio, pois isso parecia muito vazio.
Mas mudei minha maneira de pensar, porque por mais que nos pareçam vazias, as palavras de apoio demonstram uma coisa muito importante: a amizade.
Somente uma amizade muito forte consegue romper esse tipo de barreira. E se eu estivesse numa situação assim, eu gostaria que me ligassem para me dar apoio. Não pelas mensagens em si, mas por saber que por pior que esteja o momento, ainda tem alguém que se preocupa, que se importa, que quer compartilhar, mesmo que numa medida mínima, aquilo que você está sentindo. Alguém que sabe do sofrimento, e que gostaria que ele pudesse passar rápido, mesmo sabendo que isso não é possível.
Acho que esses acontecimentos me balançaram bastante.
Agora a pouco eu liguei pra casa, pra falar com meus pais. Já tinha dado a notícia triste, mas senti um vazio. Precisei ligar pra dizer que se alguma coisa acontecer, é pra eles saberem que eu amo eles demais.
Vai ser difícil tirar isso da cabeça tão cedo.
Ninguém mais teve coragem de ligar para o Albert, nem mesmo para dizer que lamentava o ocorrido, ou pra saber como ele estava.
Eu entendo isso, pois até um tempo atrás eu mesmo não gostaria de receber uma ligação de alguém que sequer tem idéia do que eu estou sentindo pra me falar algumas palavras de consolo, solidariedade e apoio, pois isso parecia muito vazio.
Mas mudei minha maneira de pensar, porque por mais que nos pareçam vazias, as palavras de apoio demonstram uma coisa muito importante: a amizade.
Somente uma amizade muito forte consegue romper esse tipo de barreira. E se eu estivesse numa situação assim, eu gostaria que me ligassem para me dar apoio. Não pelas mensagens em si, mas por saber que por pior que esteja o momento, ainda tem alguém que se preocupa, que se importa, que quer compartilhar, mesmo que numa medida mínima, aquilo que você está sentindo. Alguém que sabe do sofrimento, e que gostaria que ele pudesse passar rápido, mesmo sabendo que isso não é possível.
Acho que esses acontecimentos me balançaram bastante.
Agora a pouco eu liguei pra casa, pra falar com meus pais. Já tinha dado a notícia triste, mas senti um vazio. Precisei ligar pra dizer que se alguma coisa acontecer, é pra eles saberem que eu amo eles demais.
Vai ser difícil tirar isso da cabeça tão cedo.
segunda-feira, 22 de setembro de 2003
Pasmem:
Seis horas da tarde, abro meu mail, ainda no escritório, enquanto escaneava algumas imagens demoradas (de escanear) e vejo um mail da Márcia avisando que a mãe de um colega nosso, de Caxias, tinha falecido. Esse colega estava na formatura, e sequer conseguiu ver e falar com a mãe antes dela falecer, pois estava retornando para casa quando tudo aconteceu.
Triste.
Muito triste.
Eu me coloco no lugar dele e fico pensando em como isso poderia arrasar comigo. Perder alguém assim, de uma hora para outra, sem chance de sequer dizer uma última vez pra pessoa como tudo que ela te passou foi importante, como você gostava dela e tudo que você faria para não ter de perdê-la.
Triste.
Isso me faz pensar em tudo que eu deixei de expressar pelas pessoas que eu amo, fosse por falta de tempo, por desencontro ou mesmo porque as vezes a gente não acha tão importante ficar demonstrando a toda hora aquilo que a gente sente.
É muito difícil lidar com perdas. Mas perder alguém para a morte é sem dúvida uma das coisas mais difíceis de se encarar, pois ninguém está preparado para esse tipo de situação.
Acho que tenho que reavaliar a minha maneira de encarar a vida. Esses momentos fazem a gente pensar em quantas coisas ruins podem interromper o andamento dos nossos planos.
Seis horas da tarde, abro meu mail, ainda no escritório, enquanto escaneava algumas imagens demoradas (de escanear) e vejo um mail da Márcia avisando que a mãe de um colega nosso, de Caxias, tinha falecido. Esse colega estava na formatura, e sequer conseguiu ver e falar com a mãe antes dela falecer, pois estava retornando para casa quando tudo aconteceu.
Triste.
Muito triste.
Eu me coloco no lugar dele e fico pensando em como isso poderia arrasar comigo. Perder alguém assim, de uma hora para outra, sem chance de sequer dizer uma última vez pra pessoa como tudo que ela te passou foi importante, como você gostava dela e tudo que você faria para não ter de perdê-la.
Triste.
Isso me faz pensar em tudo que eu deixei de expressar pelas pessoas que eu amo, fosse por falta de tempo, por desencontro ou mesmo porque as vezes a gente não acha tão importante ficar demonstrando a toda hora aquilo que a gente sente.
É muito difícil lidar com perdas. Mas perder alguém para a morte é sem dúvida uma das coisas mais difíceis de se encarar, pois ninguém está preparado para esse tipo de situação.
Acho que tenho que reavaliar a minha maneira de encarar a vida. Esses momentos fazem a gente pensar em quantas coisas ruins podem interromper o andamento dos nossos planos.
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